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Os implantes são “raízes” artificiais
instaladas (implantadas) no osso mandibular ou
maxilar. Ao substituir as raízes dentais,
possibilita a confecção de próteses sobre eles,
permitindo a reabilitação estética e funcional
(mastigação), além de devolver qualidade de vida
social ao indivíduo debilitado.
Os implantes dentais proporcionam conforto e
eficiência na mastigação, de forma similar aos
dentes naturais, sendo superiores ao uso de próteses
totais (dentaduras) e próteses removíveis.
Na atualidade os implantes são fabricados com
titânio comercialmente puro, de eficiência
cientificamente comprovada.

:: Material utilizado para os implantes dentais
Ao longo da História da Odontologia e da Medicina,
são muitos os materiais que se vem utilizando. Na
atualidade são apenas dois os que se consideram
válidos: o titânio puro e o titânio recoberto de
hidroxiapatita.
O titânio foi considerado válido por se tratar de um
metal biocompatível, ou seja, que pode ser utilizado
em contato com os tecidos orgânicos sem causar
reações adversas, permitindo a osseointegração.
:: Osseointegração
Processo por meio do qual o implante se integra ao
osso, apresentando-se fixo, sem mobilidade ou
sintomas durante as forças mastigatórias funcionais.
Essa integração permite a alta taxa de sucesso na
reabilitação dos pacientes.


A
finalidade da Osseointegração é repor dentes
ausentes com o objetivo de:
1.
Recuperar Estética e Função;
2.
Frear a Reabsorção Óssea;
3.
Diminuir a Sobrecarga em Dentes Remanescentes.
1. Função e estética
Substitui dentes ausentes ou condenados e próteses
convencionais, quando estas não correspondem às
expectativas do paciente.
Pode também servir de encaixe para um tipo de
dentadura (overdenture), aumentando de forma notável
sua estabilidade e retenção.
2. – Frear a reabsorção óssea
Quando perdemos um ou mais elementos dentais,
independente da causa que provoque a perda (cáries,
doença periodontal, traumatismo), inicia-se um
processo de reabsorção óssea pela falta de estímulo
da raiz ausente.
A
função do osso maxilar e mandibular é sustentar as
peças dentárias para permitir a mastigação. Uma vez
perdido o dente, esse osso perde sua finalidade
principal e passa a ser reabsorvido pelo organismo.
Essa reabsorção torna-se mais acentuada na maioria
dos casos pela pressão das próteses removíveis, ou
ainda pela própria idade do paciente. Esse último
fator associado a problemas hormonais (como
osteoporose) pode gerar uma perda na qualidade óssea.
Dentro desse quadro as conseqüências estéticas e
funcionais podem ser dramáticas, debilitando o
paciente progressivamente.
Atualmente existem técnicas regenerativas de osso e
biomateriais que possibilitam a recuperação
anatômica de áreas severamente reabsorvidas. Esses
enxertos permitem a recuperação do paciente para que
este possa se submeter à colocação dos implantes
dentais, com resultados mais satisfatórios.
Os
implantes podem deter esse processo de reabsorção,
que pode gerar tanto problemas funcionais quanto
psicológicos nos indivíduos debilitados.
3 – Diminuir a sobrecarga dos dentes remanescentes
Pacientes com perdas parciais dos dentes, além da
conseqüente colocação de implantes e sua respectiva
prótese que vem harmonizar não só a estética e
função, bem como possibilitar um equilíbrio na
distribuição das forças durante a mastigação.
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