|
O
que é Enxerto Ósseo?
A
manipulação de tecidos bucais para a estética e para
possibilitar a colocação de implantes dentários é
uma realidade cada vez mais cotidiana nas Clínicas
Odontológicas mais avançadas.
O
enxerto ósseo é realizado para aumentar a altura e
espessura do osso possibilitando a colocação de
implantes dentais em pessoas que perderam seus
dentes há muitos anos.
Atualmente existem 4 tipos de enxertos ósseos com
resultados comprovados.
1.
Enxertos Autógenos (Tecido ósseo próprio)
Algumas regiões da mandíbula podem fornecer tecido
ósseo para pequenas reconstruções ósseas. Em casos
de maiores reconstruções, é necessária a realização
de uma cirurgia em centro cirúrgico hospitalar para
retirada de um bloco ósseo de regiões como a crista
ilíaca (bacia) ou calota craniana. Sua integração
acontece em 6 a 9 meses.
Este
tipo de enxerto gera desconforto razoável, por essa
razão indicamos somente para grandes procedimentos.
2.
Enxertos Homogêneos (Banco de Tecidos Humanos)
Os
Bancos de Tecidos Humanos do Hospital das Clinicas /
USP e HC de Curitiba processam tecido ósseo para
Ortopedia medica e para Enxertos odontológicos. É um
procedimento seguro e é cientificamente comprovada
sua eficácia. Sua integração acontece em 6 a 9 meses.
Possibilita pequenas e grandes reconstruções ósseas
com facilidade e conforto.
3.
Enxertos Alógenos (Matriz óssea bovina)
A
matriz óssea de origem sintética ou animal pode ser
usada misturada ao tecido ósseo autógeno coletado ou
isoladamente em situações como o preenchimento de
cavidades, como no caso de extrações. Sua integração
acontece em 9 a 12 meses.
4.
Enxerto com BMP2 (Indutor de Células - Tronco)
A
ciência vem buscando, cada vez mais, uma alternativa
mais efetiva e de menor morbidade na reconstrução de
estruturas ósseas perdidas. Através de um intenso
trabalho de pesquisa na engenharia genética,
conseguiram isolar a principal proteína para a
regeneração óssea, a proteína morfogenética (BMP), e
derivaram sinteticamente esse componente (rhbmp-2),
também chamada proteína recombinante morfogenética
tipo 2. Esta tem um grande potencial osteogênico,
basicamente ela induz as células mesenquimais
pluripotenciais (células-tronco), com capacidade
para se diferenciarem em células produtoras de
tecido ósseo ou vascular. São também agentes
osteoindutores, sendo produzidas no interior de
diferentes células e estocadas em elementos como
plaquetas. Também podem ser considerados
osteocondutores, pois agem como um arcabouço para o
crescimento ósseo, sendo progressivamente
substituídos pelo osso.
Fonte:
www.Ibio.com.br
|